Como cuidar: cactos e suculentas

 

Os famosinhos terrários são uma boa opção para quem quer colocar um verde na decór mas sofre da tão famosa falta de tempo. Eles são práticos e super fáceis de cuidar, possuem algumas espécies diferentes entre cactos, suculentas e musgos. Apesar de parecidas, cada espécie tem sua particularidade e precisam de cuidados diferenciados.

E pra te ajudar vou começar aqui no Blog uma série de dicas bacanas pra você colocar a mão na terra já, perder o medo e se aventurar na jardinagem.

Essencialmente, cactos e suculentas precisam de três coisas pra viver: luz solar, rega adequada e amor! Hoje a dica é sobre iluminação, vem!!!

1. Iluminação

Toda planta é um ser vivo (você jura???? rss) e como tal precisa receber luz solar para se manter saudável. Pode parecer estranha essa minha afirmação, mas realmente muitas pessoas não se dão conta de como luz solar é importante para o desenvolvimento e saúde das plantas!
Então, quem escolhe onde o terrário ou vaso vai ficar não é você, e sim ela. Que surpresa hein!? Elas não falam nem andam pela casa mas tem suas peculiaridades e vontades. Vai vendo! Escolhendo um espaço que garanta luz solar mesmo que parcial, você já garante a saúde da sua plantinha, porém como é uma questão de adaptação observe como elas reagirão ao novo ambiente, caso comecem a ficar com as folhas enrugadas, ou esbranquiçadas é hora de pensar em outro local, porque reagindo assim ela está pedido socorro antes que seja tarde demais.

Aí um dia uma cliente perguntou: posso colocar um cacto na minha mesa de trabalho?
R. Sim, você pode. Os cactos são extremamente resistentes e se adaptam com muita facilidade, não é coincidência que eles são símbolos de resistência e força. Porém, se sua mesa no trabalho não receber iluminação natural direta, mesmo que parcial, te aconselho que leve seu amiguinho pra casa e dê um banho de sol nele, pelo menos aos finais de semana. Não precisa deixá-lo torrar no sol, mas é necessário que ele receba luz direta. Caso isso não aconteça infelizmente ele não terá uma vida muita longa.

Já as suculentas, são mais sensíveis à falta de iluminação, se não expostas a luz solar sua folhas murcham e o caule começa a crescer muito, permitindo um espaço maior entre uma folha e outra. Alguns pensam que ela estará se desenvolvendo, mas na verdade está “crescendo” à procura do sol. E se não receber iluminação adequada, vai ficar fraca e pode até morrer. Então ela precisa de um cuidado maior na questão da luz, por isso, todo cuidado é pouco.

Depois de escolher um local bem iluminado vamos tratar da segunda dica: rega. Mas isso é papo pro próximo post.

Ainda ficou com alguma dúvida ou gostaria de uma ajuda específica me manda um email atelierdonamariaflor@gmail.com.

Beijos Floridos e Coloridos.

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Vamos conversar sobre Hello, da Adele.

IMG_20160714_085449Confesso que nunca simpatizei com a música, sempre julguei como uma fraqueza e um arrependimento desnecessário já que como um evento passado deve permanecer no passado. Uma conversa onde o outro lado parece não querer se expressar, não fazia sentido pra mim. E um pedido de desculpas assim instintivo seria em vão, quem iria ouvir? Pra que se expor a tal feito tanto tempo depois? Sempre me pareceu como uma declaração imatura e desmedida. Ok, as coisas mudam.

Sol, céu azul, caminhada e Spotify com uma playlist delicinha pra acompanhar, ‘chá com a rainha’ foi a escolhida, entre Amy Winehouse, Eric Clapton, Oasis…  Adele. Gosto dela, mas a música em questão sempre me causou desconforto. Já nos primeiros acordes antes mesmo dela começar a soltar a voz, movida pelo instinto peguei o celular com a intenção de trocar de faixa. Silencio. Reflito. Decido ouvir, na mesma intenção quando trocamos de calçada ou a cor do batom quando o dia parece monótono demais. Arrisquei. Foram 45 minutos ininterruptos ouvindo sobre aquela experiência. Não porque decidi assim, mas simplesmente só me dei conta que estava ouvindo a mesma música quando cheguei de volta no carro.

Me despi de qualquer preconceito em relação a canção. Ouvi atentamente frase por frase, e como mágica, algumas situações foram surgindo na minha cabeça e se construindo e desconstruindo entre os acordes. Quanta coisa mudou. Percebi quão libertadora fora a experiência. E visitei sem óculos escuros o quarto dos corações partidos que colecionei, e ainda coleciono. Saí do lugar de vítima e assumi a postura de vilã. Porque sim, você já foi vilã, eu já fui, você está sendo ou será, não duvide disso. Eu até pouco, bem pouco tempo atrás, desconhecia esse quartinho dentro de mim, aquele o dos corações partidos. E confesso que foi assustador ouvir frases que eu tanto já tinha dito. Que sensação estranha, pensava. Era pra eu estar te dizendo isso. Mas naquele dia estava ouvindo. Foi uma situação inicialmente paralisante, frustrante, quase devastadora. Me recompus, nunca como antes. Mas mais madura, e preenchida por uma empatia resoluta. A música me fez lembrar as poucas palavras que consegui dizer naquele dia, desculpa foi uma delas. Não tem muito que se dizer uma situação dessas, desculpa soa até bem clichê já que de nada adianta, na prática. Mas meu pedido foi sincero, tão sincero quanto minha estranheza e desconforto, quanto meu espanto por me perceber vilã na minha própria história.

É libertador perceber que anos se passaram e com eles, o tanto que cresci. Não o suficiente. Mas cresci. Se você ainda não consegue entrar no quarto dos corações partidos, eu te entendo, não entraria por vontade própria, não eu.  Até porque fui colocada lá, e apesar de desconfortável, frio e escuro, foi surpreendente me reconhecer vilã. Ainda que sem intenção de machucar, ainda que sem maldade, ainda que numa atitude inicialmente inofensiva, fui vilã. Isso era um fato, não dava pra mudar essa verdade, se antes eu não sabia, agora sei. E que mudou?

A música acendeu a luz do quarto, e tive clareza. E como que numa conversa a dois, pude deixar ir, deixar ir daquele cenário que antes me sentia vítima. Você percebe que pode machucar tanto quanto foi machucada. Percebe que nem tudo que você transmite aos outros tem perfume e brilha. Quando a gente se percebe gente como aqueles que a nosso ver destroem e machucam, fica mais fácil entender que o nosso julgamento só é capaz de condenar a nos mesmos. Talvez mergulhar tão profundo dentro de si mesmo seja difícil e incomum, muitos preferem aquilo que é raso e superficial. Também entendo. É dolorido mesmo esse processo de autoconhecimento, mas pra mim é fundamental, porque nem de longe você é quem pensa que é, nem aquilo que você deixa para o mundo, nem o que os outros pensam de você. Somos tão maiores que nem mesmo podemos imaginar. Talvez um dia em algum lugar alguém nos diga e mostre todo nosso tamanho e o que realmente somos. Mas aqui e agora, se como eu você pensa em evoluir, em aprender mais sobre o mundo, a desenvolver empatia, segue meu humilde conselho  ‘abra o coração, e ouça Hello’.

Oficina de Arte Jardinagem para Crianças

E dia 10 de setembro o 132° Grupo de Escoteiros Oliveira Bulhões me recebeu em sua sede, no Instituto Samambaia de Ciências Ambientais e Ecoturismo, para a Oficina de Arte Jardinagem!

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Nesse jardim lindo e ao som da natureza, aprendemos sobre cores, aromas e sabores. Aprendemos que cada um tem sua responsabilidade em cuidar e preservar a natureza, e que pequenos gestos e mudanças são capazes de realizar grandes mudanças no ambiente que vivemos. Aprendemos que nossa criatividade não tem limites quando nos esforçamos e fazemos o melhor possível.

Entre os objetivos da oficina estão: aguçar o lado sensorial das crianças, despertar a criatividade e promover o interesse pela natureza! As crianças foram ótimas, participativas e questionadoras, tenho certeza que cada um saiu de lá feliz com seu “troféu” na mão e muitas ideias na cabeça! Que bom!!

Me surpreendi com o sentimento de satisfação e alegria de estar entre elas, percebendo seus rostinhos concentrados pintando, e suas alegres descobertas na mistura das cores… uma experiência inesquecível!

Muito obrigada aos pais e chefes do grupo pela oportunidade! Tenho certeza que mais encontros como esse ainda estão por vir!

 

Compre de quem faz

Nessa vida de arteira uma coisa eu aprendi bem direitinho é dar valor comprando de quem faz. Depois que a gente começa a vivenciar vários processos de criação do próprio trabalho, a gente dá mais valor aquilo que leva uma assinatura. Não só pelo produto ou serviço propriamente, mas também por todo o processo de criação. Pode acreditar que ser fazedor de coisas é mágico, um processo onde nunca se sai inteiro, sempre deixamos algo registrado no trabalho. Eu acho isso maravilhoso. Quando descobri esse manifesto na internet logo de cara me identifiquei e achei por bem criar esse texto, pra mostrar que se queremos um mundo diferente precisamos repensar nossas atitudes e sim, com certeza nossas atitudes de consumo.

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Entra lá no site pra conhecer melhor O Manifesto Compro de quem faz.

Pra começar já digo que é algo que nos refina, não no sentido de ser superior, mas sim em questão do nosso olhar pro mundo, e pras coisas que estão no mundo, e pra quem anda fazendo essas coisas. Aos poucos vamos criando e fortalecendo as relações entre os produtos que consumimos e as pessoas que estão por trás do processo. E isso é mágico, poder falar olho no olho nos devolve a humanidade perdida entre tantos ramais e atendimentos eletrônicos. Sim eu quero conhecer quem planta a alface que eu como. Parece maluquice mas não é. Te convido a se permitir se relacionar com pessoas que são fazedoras de coisas… o brilho no olho é diferente. Existe humanidade nisso.

Tudo que vejo são cores

No movimento de empreender a gente acaba descobrindo ou criando formas de nos reconectarmos com o propósito de nosso empreendimento ou projeto. Pra mim o que funciona muito bem é me inspirar em tudo que é colorido. As flores, as tintas, alguns desenhos,  as estampas, os tecidos, canetas e rabiscos me levam de volta ao meu sonho. Porque sim, precisamos estar lá no mundo dos sonhos, e ele aqui no mundo real.

Reservar um dia livre é fundamental para o meu processo de criação, e é nesse dia que crio sem expectativas, e cá entre nós é o que mais me dá satisfação. Algumas boas idéias chegam e vão se construindo nesse momento, e isso é incrível. O processo de criação é sem dúvidas mágico e encantador, a arte é capaz de nos transformar, de nos levar de volta a um estado de poder, aliás fomos feitos para isso, para criar.

É buscando inspiração que me construo como artesã, e inspiração está em tudo, é aquele velho ditado “que a beleza está nos olhos de quem vê”, pois bem… a inspiração está lado a lado com a beleza e nesse quesito principalmente elas têm muito incomum. A beleza nos eleva a um estado melhorado, e a inspiração nos capacita para transformar nossos pensamentos em realidade.

Amo as cores, porque elas me representam. E cada momento, pessoa ou história tem sua cor. É só se sintonizar pra conseguir perceber. Hoje eu estou azul, e você?

 

#desacelere

A experiência de acompanhar o crescimento de uma plantinha é incrível aos nossos olhos. Agora imagina o olhar de uma criança… descobrindo tantos “segredos” da natureza, se comprometendo em molhar, cuidar… Ter um #JardineiroMirim em casa é super especial… Aqui em casa a demanda veio dele mesmo, mas sei que é possível incentivar as nossas crianças a cuidarem e observarem a natureza. A infância passa rápido e com ela nossa oportunidade de compartilhar valores e proporcionar experiências significativas aos nossos pequenos e pequenas. Nosso tempo é curto, também luto contra o relógio, mas vejo a real necessidade de ensiná-los que menos é mais, e que é preciso desacelerar pra reconectar. A natureza assim como a arte tem esse super poder, essa magia de prender nossa atenção e nos fazer parar, pensar, refletir, agir, fazer e desfazer… temos a oportunidade de ser quem somos, nos expressar.

Sou feliz por conhecer essas coisas, e mesmo que ainda muito  falha, me permitir um tempo pra desacelerar com meus meninos!! Nós lemos histórias, pintamos, plantamos, regamos as plantas, fazemos piquenique no parque, vamos à pracinha… permanecemos juntos, e assim nos conectamos uns com os outros.

Lendo esse texto você pode pensar que por aqui é tudo lindo como em um filme da Disney, te digo que não é. É difícil, é trabalhoso, temos divergências, nos desencontramos. Mas ao longo desses meses descobri uma grande aliada contra tudo isso que mencionei, e ela se chama

P E R S E V E R A N Ç A!

perseverança,substantivo feminino
1. qualidade de quem persevera; pertinácia, constância.

Taí o grande segredo, não desistir jamais, ser constante nas ações! Cair, levantar. Não deu certo, tenta de novo. Devemos ser gratos pela oportunidade que temos de todos os dias recomeçar, isso é maravilhoso. Ensinar nossos pequenos que eles são capazes, e que mesmo se algo der errado é possível tentar de novo. Assim estaremos nos tornando pessoas mais seguras, mais honestas com nossas falhas, mais verdadeiras em nossas atitudes. Assim estaremos contribuindo para uma nova geração que se preocupa com seus atos, que é responsável por onde vive, estaremos ajudando essa nova geração a viver no mundo real.

E como você anda desacelerando por aí? Me manda um email (atelierdonamariaflor@gmail.com) contando como funciona aí na sua casa, vou adorar ler suas dicas e estratégias!

Beijos Floridos e Coloridos!

Reciclando

Então vamos lá!! Primeiro passo a passo da página!! Você vai precisar de folhas de revista ou jornal e cola quente.

Pra cada porta copos eu usei 10 folhas.
1. Separe as folhas que vai usar
2. Faça pequenos rolinhos na diagonal do papel
3. Enrole os canudos formando um caracol
4. No final de cada canudo acrescente um outro, assim é possível criar peças do tamanho que desejar.
5. Enquanto enrola pressione bem para que a peça fique firme
6. Quando chegar no tamanho desejado coloque um pingo de cola quente e pronto. Nasce um porta copos!!

É possível pintar da cor que preferir e impermeabilizar com verniz para artesanato!!

Quem se arrisca nessa aventura manual?!

Beijos Floridos!!

passo a passo 1passo a passo 2

Aparenta enquanto tenta!


Sim, aparenta enquanto tenta foi um dos conselhos que mais fizeram sentido nesses últimos dias. O site na versão beta vai entrar no ar, e eu sinceramente estou curtindo um daqueles momentos “frio na barriga!”.
Um turbilhão de ideias e ferramentas na cabeça, pouco tempo, muito tempo, crianças brinCando, crianças briGando… sim pois tenho dois deles por aqui e empreender com eles é um grande desafio.
O site está em construção, e eu estou no movimento de descoberta que vem de dentro pra fora, buscando e entendendo meu ponto doce, respeitando meu espaço, meu tempo real, minha maternidade.
Fazendo o Decola Lab  foi que esse projeto de vida tomou forma.
Felicidade define.

Beijos de Lua Azul.

Muitas flores pelo caminho

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Sabe aquela história de flores pelo caminho? Então, estou aprendendo a cultivá-las! E é mais simples que parece. Paciência, perseverança e um pouco de disciplina fazem um jardim muito colorido e florido. E não é que na vida também podemos usar esses ingredientes não tão secretos assim, pois bem, seja no trabalho, em casa ou na faculdade, nos esportes, os três itens paciência, perseverança e um pouco de disciplina, fazem a diferença. Ops, fazem dar certo. Isso mesmo dá certo. Hoje, me uno a corrente que diz: “Acredite, pois dá certo!!” A saúde, a tão sonhada formatura, a casa nova, o casamento, a maternidade… a profissão.
Tenta depois me conta.

Beijo Florido Azul com Laranja!